Igualdade entre os sexos: viva a Escandinávia
Foram analisados cinco itens: participação econômica (diferença de remuneração entre homens e mulheres por um mesmo trabalho); oportunidade econômica (acesso a setores que exigem maior qualificação no mercado de trabalho); atuação política (representatividade das mulheres no Legislativo e nos ministérios, além do número de presidentes ou premiês mulheres nos últimos 50 anos); acesso à educação e saúde e bem-estar, que mediu essencialmente a assistência à maternidade e ao planejamento familiar.
O campo onde o Brasil se saiu melhor foi o das oportunidades econômicas, no qual figura em 21º lugar. Nesse aspecto, o país está muito à frente, por exemplo, do Reino Unido (41), dos EUA (46º) e do Japão (52º).
“O problema nesse caso [do Brasil] não parece ser a falta de oportunidade econômica, mas sim, uma vez que as mulheres estão no mercado de trabalho, dar-lhes acesso a educação e treinamento, além de direitos básicos como a representatividade política e a assistência à saúde”, diz o texto que acompanha o documento. Em relação aos EUA, o relatório afirma haver um “telhado de vidro”: “Enquanto as mulheres americanas têm uma alta participação econômica, elas parecem estar sujeitas a uma falta de oportunidade de avançar em suas carreiras”, segue o texto.
As brasileiras também ficam na primeira metade do ranking no que diz respeito à educação (27º), mas estão mal colocadas em participação econômica (46º) e saúde e bem-estar (53º).
Nesse último quesito, o problema parece estar disseminado pela região: a Colômbia, país sul-americano mais bem colocado no ranking (30º), aparece como o 52º em assistência à saúde da mulher, o Uruguai é o 56º, a Argentina, a 54ª, o Chile, o 45º, e a Venezuela, a última. Apenas o Peru surge em um modesto 31º lugar.
No ranking geral, o Brasil perde para todos os seus vizinhos, e, entre os latino-americanos, fica na frente apenas do México, o 52º.
Foram analisados ao todo 58 países, sendo 30 pertencentes à OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico) e outros 28 países em desenvolvimento, segundo o Fórum Econômico Mundial.
O documento, no entanto, não se estende em comentários sobre cada país nem é claro sobre a metodologia usada. A maioria dos relatórios usados como base é datada de 2004, mas muitos também se valem de dados compilados anteriormente por outros estudos, o que torna impossível dizer com precisão o momento que o ranking reflete.
Fonte: Folha de São Paulo
Enquanto o Brasil ainda tem muito para aprender e para mostrar que XY não deve ser tratado diferentemente de XX (claro que homens e mulheres não são iguais, mas merecem OPORTUNIDADES iguais!), a Finlândia e os países nórdicos dão um show: Suécia, Noruega, Islânida, Dinamarca e Finlândia ocupando os 5 primeiros lugares.
Talvez isso já seja tão lugar comum para eles que nem foi tão noticiado. Procurei nos jornais online e achei essa notinha (abaixo) no Turun Sanomat, e no Helsingin Sanomat tinha um artigo, mas só para assinantes. Nos outros jornais NADA.
Pohjoismaat ovat kärjessä tuoreessa tasa-arvoa koskeneessa selvityksessä. Maailman talousfoorumin WEF:n mukaan maailman tasa-arvoisimmat maat ovat Ruotsi, Norja, Islanti, Tanska ja Suomi. Kaikkiaan 58 maan vertailussa häntäpäätä pitivät Egypti, Pakistan ja Turkki.
(Os países nórdicos estão na lideranca de uma recente pesquisa referente a igualdade. De acordo com o Fórum Econômico mundial (WEF), os países mais igualitários são Suécia, Noruega, Islânida, Dinamarca e Finlânida. Na outra ponta dos 58 países comparados estão Egito, Paquistão e Turquia.)
WEF on ensimmäistä kertaa mitannut tasa-arvon toteutumista eri maissa vertaamalla naisten vaikutusvaltaa politiikassa ja talouselämässä ja ottamalla huomioon heidän koulutustasonsa ja terveydentilansa.
(O FEM mediu pela primeira vez a realidade da igualdade em diferentes países comparando o peso das mulheres na política e na vida econÔmica e considerando seu nível escolar e estado de saúde.)
EU-maita löytyy kymmenen viidentoista korkeimman sijan joukossa.
(Dez países da União Européia se encontram nas 15 posicões mais altas )
Traducão livre feita por mim! Não reclamem!
Mais informacãos no próprio site do FEM.
Vou tentar colocar a tabela inteira com os reusltados aqui, mas ainda não sei como colocar uma tabela no blog!
Artigo sobre o assunto no Helsingin Sanomat - em inglês
Beijos
Nimipäivä - Dia do Nome (17.05)
Maila, Mailis, Maili, Rebekka
Rebecka, Hagar
Olá, muito prazer! Essa ao lado sou eu, a Ana! 

…,olá.
Ana.
na verdade eu não sei bem colocar estas questões de ou da igualdade, não é se esquivar de planilhas de cálculos e estatísticas, minha formação é da área de humanas sou sociólogo, e vejo como sendo uma questão puramente ( cultural ), com um pricípio forte de imposição étinica…quero colocar que é uma “forma de preservação da cultura, que nescessáriamente esta ligado com a puresa da raça” poderia citar um antropologo alemão: Karl Manhäin, desculpe se estiver errado é que me pegou em uma hora um pouco despreparado, e na verdade em seu blog foi a bela foto que é frontpag é muito linda a foto e voçê tambem, é obvio que sim a igualdade esta correta, acredito que o princípio é a genesi da consciência sem o preconceito subliminar e subviniente que reputa a absolecência daqueles em que reformularam os conceitos culturais em que vivemos, a dose é essa violencia e preconceitos na disputa por permanencia no autoritarismo em seu conteúdo cultural onde o caldeirão da antropologia social ficou por dar uma resposta mais clara e objetiva, e repassa para psicanalise para dar a resposta das introjetações de uma modernidade que para mim não é o papel da psicologia e nem da psiquiatria, e deixo para a “filosofia”o legado de Michel Fucaut - Françês _filosofo. com o ( …..panótico de Benthan,…vigiar e punir. )livro pouco conhecido da década de 70/80 em que trata da visão das ( punições ),na verdade a relação que voçê coloca é realmente essa “serciamento social e culturalmente excludente” ……,uma sociedade excluida dos valores aceitos culturalmente estabelecidos por normas “punitivas e preconceituosas e conservadoras por mutivos alheios a própria cultura”, quanto gostaria de lembrar do Filoso,Catedra Prof.Gilles Deleuze, um aprendizado na ciência do pensar - filosofia - Deleuze repensa o “Devir”, e o pensamento de Nietzsche,germany mais ou menos assim: é a questão do pensamento prático de ser feliz,o devir e o acaso são objetos adequados da alegria
por eles mesmos e que somente a alegria retorna…,enfim é o ressentimento por estar serciado de liberda e ser subviniente ao sistema que estamos cercados, então a má consciência é um negativo para termos uma vida com mais liberdade social e com pricípios da conceituação cultural voltados com participações no caso “igualdade social”.
um grande abraço, Ana.
de
guerthez@ig.com.br
Comment por ubirajara beraldo pereira — Tuesday, August 4, 2009 @ 2:25