post escrito inicialmente em 4.8 e completado em 13.8
Passamos 5 dias em Barcelona! MUUUUUUUUITO calor, muito sol rachando a cuca, muita paisagem bonita! Gaudi realmente deixou sua marca na cidade e é algo maravilhoso de se ver. Só achei que essa não é a melhor época para se fazer turismo na Espanha. Se for só para ir à praia, aí sim é a época ideal, porém para ficar batendo perna na cidade, com aquele calor quase insuportável, não é tão legal não.
Agora estou indo assistir o jogo de vôlei Brasil x Finlândia então não tenho tempo para escrever mais, depois conto com mais detalhes e explico o porquë do Amsterdam no título! ![]()
*** atualizando 13.8 ***
Pronto, finalmente arrumei um tempinho para vir aqui terminar o post.
Viram a “vista” do meu quarto de hotel??? Na descricão do hotel é citado que 25% dos quartos dão para um pátio interno. Pátio? Para mim aquilo está mais para poco de elevador. Ridículo. Tirando a “barman” que era muito gente boa (e brasileira), não recomendo o hotel Ramblas.
E Amsterdam!??! Bem, explico, finalmente: prontos para partir de volta à Finlândia, nos deparamos com um aeroporto de Barcelona quemais parecia um campo de guerra: pessoas por TODOS os lados, confusão, sujeira, filas. Penei para achar o check in da KLM. Depois penamos para conseguir chegar lá com a mala, visto que não havia espaco nem para se movimentar. Depois de um tempo descobrimos que havia tido greve de maleiros no aeroporto no dia anterior, que causou o cancelamento de todos os vôos daquele dia e por conseqüencia todos os passageiros estavam lá tentando ser realocados. Além, claro, dos passageiros que teriam vôos naquele dia mesmo. E para completar, os maleiros estavam fazendo uma operacão tartaruga, causando mais e mais atrasos.
Sem entrar em maiores detalhes de como LITERALMENTE suamos para achar o nosso portão de embarque, vou direto ao ponto: a saída de Barcelona atrasou e perdemos nossa conexão. A querida KLM disse que não era culpa deles e nos remanejaram para o dia seguinte (praticamente 24h depois, pois pegaríamos o mesmo vôo que deveríamos ter pego) e deram um adeus. Se virem com hotel, custos, etc e tal. Eu já estava cansada daquele dia e pensei: reclamo depois.
Achamos um hotel e fomos para lá. E aí veio a melhor coisa dessa parada forcada: liguei para o Marcelo e a Susana, que toparam nos encontrar no dia seguinte!
Eles dirigiram 2,5h de Colônia para lá para nos encontrarem, e passaram o dia conosco.
Adorei a Espanha, e apesar de já conhecer Amsterdam, adorei a oportunidade de encontrar com esses 2 queridos amigos! ![]()
Beijos
Finalmente arrumei um tempinho para falar sobre o meu passeio do final de semana anterior! Me despenquei da terra do papai Noel para o interior da terra dos vikings para ajudar e presenciar o enlace da minha amiga Flávia e seu príncipe dinamarquês Jan.
Cheguei em Copenhagen na sexta mais ou menos na hora do almoco e tive um servico vip, uma das damas de honra e grande amiga da Flávia Pati foi me buscar lá mesmo! Pati já tinha sido legal por ter comprado o meu presente para o casal! Seguimos então eu, Pati e Martin, seu marido comédia que fala um português perfeito, ao interior da Dinamarca, mais precisamente Skjern. Fui observando a paisagem e arquitetura dinamarquesa, que são bem diferentes da finlandesa!
Depois de 4h de viagem, chegamos ao local e já fomos postos direto no tronco. Lêlê, lêlê, hora de trabalhar: direto para o local da festa para ajudar nos preparativos.

Depois de exaustivas horas de trabalho não remunerado
ao menos ganhamos comida: um churrascão na casa dos pais do Jan! ![]()

Essa é a família da Flá, todos gente boníssima (e internetados)! Na foto o paiJulião, Flá, Pati, a irmã Ilana, o irmão Fred e a mãe Neuze.
Detalhe que só lá que eu fui descobrir que Jan se pronunciava IEN e não IAN como seria em finlandês!
A noiva preocupada “ai meu Deus, com essa comilanca toda, será que eu vou caber no vestido amanhã???”

Eu dormi na casa dos sogros mesmo, onde a família da Flávia estava hospedada. Como a casa estava lotada, arrumaram 2 trailers e num ficaram o pai e o irmão da Flá e no outro a mãe, a irmã e a entrona (no caso eu).
No dia seguinte, a galera já pegou firme no batente e eu e Ilana fomos paparicar a noiva:

Do salão, foi direto para o tronco e mais trabalho pela frente! Que time a Flávia arrumou: amigos, amigas e parentes talentosos e prestativos, uma menina de sorte mesmo. Decoracão, vestido, buquê, maquigem, comida brasileira, tudo feito por eles.
Finalmente chegou a hora da verdade! Todas lindas, maravilhosas e com os cabelos balancado, prontas para o grande dia!
A cerimônia foi celebrada pela mãe da primeira família que a Flávia trabalhou como au pair na Dina (Anne era o nome dela??!?!? não lembro). Foi tudo muito bonito, apesar de eu não ter entendido bulhufas, já que quase tudo foi em dinamarquês mesmo.

Os dinamarqueses possuem suas tradicões bem malucas, e tal qual os finlandeses, transformam as festas de casamento quase que em festas juninas! ![]()
Sempre que os convidados batiam os talheres nos pratos, os noivos tinham que subir nas suas cadeiras e se beijarem em pé. Quando eles batiam os pés no chão, era a hora de entrar debaixo da mesa e se beijar lá.
Mas o mais engracado era quando algum dos noivos saia do recinto! Nessa hora os dinas caiam matando!

Olha só o assédio na Flá!
Pensam que é só com ela, vejam o Jan também!

E assim a festa continuou, com uma comida deliciosa dinamarquesa e um pouquinho brazuca também, com músicas gostosas, com cunhadas pentelhas e tudo mais!
Ah, um detalhe da confusão na hora de ir embora: consegui que a sogra da Flá levasse a Ilana e o Julião para casa, mas não me caberia no carro. Tinha um táxi saindo com uma das cunhadas e seus amigos e entrei lá de gaiato total. Crente que ela estava indo para casa. Que nada, a galera foi continuar a bagunca no centro de Skjern. Todos descem e fico lá eu, com cara de pamonha. Peco gentilmente que a cunhada dê o endereco de sua casa para o motorista (visto que nem isso eu sabia!) e ela, que devia estar mais para lá do que para cá, teima comigo que não, que outras pessoas precisam do táxi,q ue eu vou voltar para o local da festa para buscar os outros. E eu afirmando que a mãe dela já tinha ido embora de carro e dado carona aos demais. Mas ela não acreditava em mim e NÃO DEU o endereco ao taxista, pode? Então fui eu, já pensando que dormiria num posto de gasolina da vida, de volta ao local da festa. Para minha sorte, as amigas da Flá que iriam ficar em hotel ainda estavam por lá, e a Pati sabia o endereco. Obviamente não era nem um pouco na maesma direcão (o hotel e a casa dos sogros), mas tudo bem! No fim cheguei em casa sã e salva.
Mal dorminos e já tivemos que partir, pois uma viagem de 5h de trem me aguardava até o aeroporto. Contei com a companhia da família da Flá e bati um papo muito gostoso durante o percurso de volta!
And they lived happily ever after!
Flá e Jan, tudo de bom para vocês dois!
Beijinhos
Sai do fresquinho Rio de Janeiro (uns 32 graus?) para a gélida -15 Finlândia.
Tive a sorte de ser uma das últimas a fazer o check in e ir para a classe executiva, já que a econômica estava cheia (o chamado overbooking). Se bem que poderia ser um grande azar e não ter vaga em classe nenhuma e ter que ser mudada para o dia seguinte….
A estadia no Brasil foi ótima! Revi minha família, meus amigos, fui à praia, à piscina e adquiri um bronze de dar inveja a qualquer finlandês!
Aqui está bem frio, porém os dias estão lindos e ensolarados. Há mais neve agora do que quando parti, e ainda tenho que ouvir o donzelo exclamar, excitado com o sol, amor, a primavera está chegando!
Ora pois, só estava -5!
Agora é hora de desfazer as malas e me readaptar ao fuso. Cheguei ontem tarde da noite e já trabalhei hoje então dá para imaginar o quão cansada estou! Contarei sobre a viagem aos poucos…
Beijos
Finalmente consegui reservar minha passagem…. serão SEIS horas mofando no aeroporto de Copenhagen, mas fazer o que né? É uma sexta à tarde de fevereiro, alguém afim de me mostrar a cidade? ![]()
Beijinhos



Olá, muito prazer! Essa ao lado sou eu, a Ana! 
